Segunda, 20 Março 2017 21:12

20 a 26 de Março de 2017

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Aniversariantes

 

20/03 Larisse Coelho Siqueira  
20/03 Emília do Tião  
20/03 José Raimundo Silva Sobrinho  
20/03 Deco Borba de Almeida  
21/03 Glorinha Gonçalves Balbino  
21/03 Luisa de Almeida Teixeira  
21/03 Sélia Regina Labruna  
21/03 Manoel Ferreira Sobrinho  
22/03 Rosilídia Cruz Campos João da Ilka  
23/03 Alexandre Almeida Corrêa Santos  
23/03 Marilúcia Pereira Bastos
23/03 Tânia Mara Amorim
24/03 Alexandre Magno França
25/03 Maria Aparecida Camilo 
25/03 Ronaldo Moreira – Radialista
26/03 Isabel Beninca Gonçalves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Charge

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tirinhas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

            

         Não sei precisar a data, mas lá se vão uns tempos. 

          

         Natinho sempre foi sapateiro. No auge fez belos "calçados" para pessoas da sociedade. Era artista no trabalho com o couro ecomo duravam suas criações. 

 

Mas Natinho é protestante, qualificativo antigo dado àqueles que não eram católicos. Como tal, frequentava a sua igreja sempre portando a Bíblia debaixo do braço esquerdo, ou direito, não me lembro bem. 

            

        Num carnaval, Natinho, alheio aos folguedos momescos, caminha para o culto. Ao chegar próximo à Padaria da Dona Marta encontra-se com seu auxiliar de ofício Zizito, que o adverte: Passe pela outra rua porque o bloco Panelão tá vindo bufando. Cuidado!

             

       Obediente, Natinho dá o " devorteio". Só que próximo à lanchonete dos “Galinhas” o Panelão com o caldo já estava lá. Um "fio duma égua" abre a panela e pede pro Natinho provar. Ele olha pra lá, pra cá, confere se não tem um pastor por perto e Pimba, bebe gostoso. 

               

       Neste momento vem um desavisado achando que Natinho estava fantasiado de "irmão", lança centenas de confetes e outros metros de serpentinas, caindo tudo no caldeirão. "Putz Grille"! O que fazer? O bloco tá chegando, o repique comendo solto, Azul Marinho na marcação.

       Natinho com a concha na mão, indeciso, amarelo, não pestanejou. Misturou tudo como aquela bruxa má que mistura a poção mágica. Não deu outra: Um novo sabor no caldo se aflorava. O bloco comeu tudo e até pães improvisados apareceram para raspar o caldeirão. Todos abraçando o Natinho e parabenizando pela receita. Até hoje quando o Panelão passa Natinho se esconde. 

              

Fecha a cortina!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Caricatura

 

Jane Karla Pereira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Programa Canta Conselheiro Pena

 

 

           

O Programa Canta Conselheiro Pena contou com a ilustre presença doDiretor da Caixa Econômica Federal, Carlos Magno e seus sobrinhos Eduardo e Vitor. Carlos Magno abordou o assunto sobre a Reforma da Previdência. Assunto debatido em todo o País nesse momento. Tivemos a oportunidade de nos informar um pouco mais sobre a Reforma da Previdência.O CL Luiz Carlos e eu comandamos o programa na ausência da CaL Presidente Enilda e CL Clébio. Fizemos o melhor possível. Esteve também no programa o cantor "Russo".

 

  

 

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Eduardo, Carlos Magno, Shirley, Vitor e CL Luiz Carlos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- Um marginal pegou uma corrida para Santa Rita do Ituêto com a taxista Neidinha. No trajeto roubou o carro e pertences. Na Serra-ES, ateou fogo no carro e fugiu. A polícia está na captura.

 

       

- O cúmulo da dieta: Hoje o jantar é apenas um copo d'água pra ver se o meu acumulado de gordura chamado de barriga desaparece. De sobremesa lava o copo.

 

    

 A taxa de inadimplência nas escolas particulares brasileiras chegou a 20% no matriculado ano passado. 

 

        

- Que perigo: A cada salsicha comida menos um ano de vida. Viu cachorro quente?!?

 

        

- A peça teatral " Uma Shirley Qualquer" estrelada por Suzana Vieira, dirigida por Miguel Falabela, é atração em São Paulo no Teatro Renaissance.

 

        

 Dos Estados Unidos vem notícia de que Aninha Sullivan reacendeu o fogo para organizar o Penense Americano neste ano. Que Deus a ouça e nos envie a data. As Havaianas seriam um bom apoio logístico.

 

        

-  O Programa Canta Conselheiro Pena desta semana teve a batuta da CaL Shirley Dias que teve como assessorada por CL Luiz Carlos. Foi muito bom! 

 

           

- O Lions Clube local organizando-se para participar da Convenção Distrital em Caparaó-MG, nos dias 21 a 23 de Abril.

 

         

 O nosso padroeiro São José, recebeu reconhecimento dos fiéis na procissão de domingo. Comunidades do interior com os respectivos estandartes e o centenário Apostolado da Oração, valorizaram o ato religioso. Viva São José! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto da Semana

 

Talita Nogueira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ByBuguinho

 

 

Família Fefeca Bernardes USA

Neném Caraca.

Aniversário da Preta. Ladeada por Oséas e Katiane.

Ívina Malaquias.

Suely Barreiros de óculos novinho.

Aniversário de Warde Bichara Pimenta.

Os meus compadres Hermano e Dra. Katryn Cook comadre.

A homenagem do By Buguinho ao Dia Internacional da Mulher.

Luciana Bichara, Nádia Filomena e Vinicius Tápias, no Congresso Mineiro de Vereadores.

Luciana de Oliveira.

Bolo chick de fabricação da Sonia Maria Batista.

Sonarinha e o sobrinho aniversariante.

Amanda Carvalho.

Apresento-lhes Maria Antônia, a mais nova neta do Nem Camilo e Nininha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nostalgia

 

 

 

SESSÃO NOSTALGIA - STAËL ABELHA, A MISS BRASIL QUE TROCOU SEU REINO POR AMOR

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Daslan Melo Lima 

 

PRÓLOGO

 

               Uma mineira de Caratinga chamada Staël Maria da Rocha Abelha, apelidada carinhosamente pela família de “Telete”, filha do casalÁlvaro e Maria da Glória Abelha, sobrinha do Monsenhor Rocha, terceranista de Direito, foi eleita Miss Brasil 1961. 

 

Staël Abelha - Capa da revista O Cruzeiro, 1º/07/1961

 

 

Ela escreve o nome com trema no “e”. Faz questão absoluta disso. E tem olhos castanhos, que não são profundos. No conjunto das 22 concorrentes, Staël saltou como o melhor estilo nacional. Com graça, sobretudo. Tudo isso numa modéstia tranquila. Somem: 1,70 de altura, 58 de peso, 98 de busto, 58 de cintura, 98 de quadris, 56 de coxa, 22 de tornozelo e 19 anos de idade. Adicionem ainda os tons imponderáveis, e eis Stael diante de vocês. (O Cruzeiro, 1º/07/1961)
Detalhe: Nas revistas pesquisadas para elaboração desta matéria, apenas a O Cruzeiro, de 1°/07/1961, escreveu o nome de Staël com o trema na letra "e". 

Staël Abelha na capa da revista Manchete, de 08/07/1961.
Staël Abelha - Foto: Manchete, 08/07/1961

 

 

 

Após retornar de Miami Beach, onde não obteve classificação no Miss Universo, concurso no qual foi eleita Marlene Schmidt, Miss Alemanha,  Staël Abelha renunciou ao título apresentando sua carta-renúncia onde dizia que trocava seu reino por amor.

 

STAËL ABELHA, MISS BRASIL 1961, UNANIMIDADE DE OPINIÃO

 

Staël Abelha - Capa da Manchete, 1º/07/1961

 

 

Um público estimado em 25.000 pessoas acompanhou ao vivo, no Maracanãzinho, Rio de Janeiro, a eleição da Miss Brasil 1961. Vinte e cinco mil juízes, no Maracanãzinho, elegeram a mineira Stael Miss Brasil-61. Pela primeira vez na história deste Concurso houve unanimidade de opinião. Beleza mineira de olhos castanhos tem hoje o título de a mais bela brasileira, pelo voto de 13 juízes e do público que lotou o Maracanãzinho, na maior e mais elegante noite da história do Miss Brasil. ( O Cruzeiro, 1º/07/1961).

 

Da esquerda para direita: Vera Maria Brauner (Miss Rio Grande do Sul, segundo lugar, representante do Brasil no Miss Beleza Internacional, em Long Beach); Staël Maria da Rocha Abelha, Miss Minas Gerais, primeiro lugar, representante do Brasil no Miss Universo, em Miami Beach); e Alda Coutinho de Morais (Miss Guanabara, representante do Brasil no Miss Mundo, em Londres)***** (Foto: Manchete, 1º/07/1961)

 

STAËL ABELHA, RECEPÇÃO APOTEÓTICA EM BELO HORIZONTE E CARATINGA

 

Cinco batedores abriram o cortejo que acompanhou a triunfal entrada de Stael em Belo Horizonte. Na frente, um carro com alto-falante tocava uma marchinha composta em homenagem a Miss Brasil: “Ai, Abelha/do meu coração/eu quisera um dia/ser o teu zangão.” Ela ficou o tempo todo de pé, num automóvel conversível, acenando alegremente para uma multidão de cem mil pessoas. O desfile terminou na Prefeitura, onde ela foi recebida pelo Prefeito Amintas de Barros e os vereadores concederam-lhe o título de “Cidadã de Belo Horizonte”. (Manchete, 08/07/1961)

Orgulhosa de ter sido o berço da linda representante do Brasil no concurso internacional de 1961 em Miami, a cidade de Caratinga recebeu apoteoticamente Stael Maria da Rocha Abelha. Eram 15 horas quando, sábado passado, Miss Brasil chegou, de avião, à Caratinga, sua terra natal. O dia era duplamente festivo: a cidade fazia 110 anos e recebia sua filha mais famosa. Cerca de 40 mil pessoas aclamaram a linda moça, em honra de quem foi organizado um grande préstito. Formaram todos os colégios e as bandas de música locais se incorporaram ao desfile. Seu carro alegórico, acompanhado a pé, pela multidão, do aeroporto à cidade, dirigiu-se ao palanque, onde o prefeito a esperava, com a chave da cidade. Caratinga, por sua estação de rádio, proclamou-se, então, a Capital da Beleza. E com isso culminou a apoteose a Miss Brasil.(Manchete, 08/07/1961)

 

Os mineiros estão muito orgulhosos de sua vitória no concurso de beleza e, por isso mesmo, cercam Miss Brasil das maiores provas de carinho. Em Belo Horizonte, o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, visitado por Stael Maria da Rocha Abelha, ofereceu-lhe um cheque-presente de quinhentos dólares, para ajudar o custeio de sua viagem a Miami. Ofereceu-lhe, também, a chave de um cofre forte, para guardar o cetro de Miss Brasil, ou de Miss Universo se ela conquistar o título máximo. O Banco da Lavoura de Minas Gerais, por sua vez, ofereceu-lhe também um valioso presente: cem dólares, para as despesas com a ida aos Estados Unidos. Exprimindo sua gratidão, Stael declarou à reportagem de Manchete: “Só pelo prazer de sentir o carinho e a estima do povo de Minas Gerais valeria a pena ter vivido as angústias por que passei, até conquistar o título de Miss Brasil. Obrigada a todos!” (Manchete, 08/07/1961)

 

 

 

STAËL ABELHA, “MEU REINO POR AMOR”

Casamento une a Miss e o Deputado – Lua de Mel de Abelha (O CRUZEIRO, 18/01/1964)  

O romance Stael-Múcio Ataíde foi o grande assunto, na época do concurso Miss Brasil-61. Agora, a história chega a um final feliz.
Seu Cupido não há expert que o compreenda quando quer unir duas pessoas pelos laços indissolúveis: faz o seu trabalhinho à socapa, e, em dado momento, puf... o amor se encarrega do resto. Uma de suas artimanhas mais consagradas começou a ser elaborada em 1961 numa passarela de concurso de beleza e acabou com “happyend” ao compasso de marcha nupcial, agora em 1963. Múcio Ataíde, conhecido industrial que na época contava apenas 21 anos de idade, dizia sempre que só se casaria aos 40. Um dia precisou de moça bonita para apresentá-la como candidata do Pampulha Iate Clube ao concurso de Miss Minas Gerais. Stael Rocha Abelha, estudante de Direito, estava no sossego do seu retiro, na sua cidade de Caratinga, onde lecionava para a infância. Cupido deu o primeiro toque na sua obra. Ataíde brincou de piloto e, no seu próprio avião, foi buscá-la. Ela veio e brilhou. Pela primeira vez Minas Gerais levantou o título de Miss. O sucesso da passarela mineira iria se reproduzir jubilosamente no Maracanãzinho, de onde Stael Abelha saiu ovacionada ao conquistar o título de Miss Brasil. A esta altura do concurso, já o romance ganhava raízes cósmicas no coração dos dois jovens, circunstância que contribuiu para que a representante brasileira ao Miss Universo na undécima hora não quisesse mais seguir para Miami Beach. Foi um deus-nos-acuda, mas o bom senso acabou vencendo o coração. Depois muitos interurbanos foram feitos via Minas-States, durante vários e penosos dias de ausência e saudade. Afirmou-se na época que Stael, distante do seu eleito mineiro, não mais se interessou pelo concurso. Desfilou por desfilar, diante de americanos deslumbrados. Quando regressou ao Brasil, a sua entrevista foi uma bomba. Apresentou a sua carta-renúncia em que trocava “meu reino por amor”. Dois anos depois, Cupido, de dedo à cava do colete, deu chamas a esse discutido romance que agora teve um epílogo bonito na Igreja São José em Belo Horizonte. 

 

Staël Abelha de véu e grinalda, na capa da O Cruzeiro, de 18/01/1964
Dirigindo o seu próprio automóvel, um Aero-Willys azul-escuro, Múcio Ataíde, (integrante da bancada do PTB mineiro na Câmara Federal) chegou para o enlace, que se realizou com uma hora e cinco minutos de atraso. Como manda o figurino de sua grei partidária, chegou de mangas de camisa, só vestindo paletó à entrada do templo onde se realizaria uma das mais concorridas cerimônias religiosas da capital. Um batalhão de fotógrafos e cinegrafistas a postos focalizaram os mais variados aspectos do acontecimento. Fez-se ouvir o coro do madrigal renascentista, tendo oficiado o ato o bispo da diocese de Montes Claros, terra natal do noivo, D. José Alves Trindade. A noiva estava linda como sempre; e o noivo elegante. Ambos recrutaram para padrinhos pessoas humildes – a empregada Maria Cristina, o alfaiate Geraldo Gomes, o copeiro Francisco de Paula Pinto, o contínuo Jose Rios do Nascimento e sua esposa. Múcio Ataíde convidou também o Advogado Sobral Pinto, o Sr. Miguel Miranda, funcionário do seu escritório em Belo Horizonte, e sua irmã Florinda Ataíde Peres. O resto foi lua-de-mel em lugar tranqüilo, que os noivos fizeram questão de guardar em reserva

 

STAËL ABELHA, 50 ANOS DEPOIS

De 05 a 22 de outubro de 2010, na Casa Ziraldo de Cultura, em Caratinga, MG, foi realizada  a exposição “Stael Abelha, nossa eterna Miss Brasil”, trazendo fotografias e reproduções  de reportagens sobre a caratinguense que foi eleita a mulher mais bonita do Brasil no ano de 1961. Realizada pela Associação Estação de Cultural de Caratinga, com apoio da Prefeitura Municipal, a iniciativa foi do cartunista  Edra que partindo do seu acervo de publicações sobre a homenageada conseguiu o apoio do seu amigo Onair de Freitas, fotógrafo que cobriu o  evento daquela época, emprestando algumas de suas fotografias e exemplares das revistas “O Cruzeiro” e “Manchete”. Outro colaborador para o sucesso da mostra foi o presidente da CDL, Paulo Sérgio da Silveira, além de Cezário Baptista, de Jaguariúna, SP, que cedeu cópias de reportagens. Fonte: http://casaziraldodecultura.blogspot.com.br

 

 

EPÍLOGO

 

               Staël Abelha surpreendeu o país ao renunciar ao trono de Miss Brasil, um título cobiçadíssimo ainda hoje, quanto mais nos mágicos anos sessenta. Vera Maria Brauner, Miss Rio Grande do Sul, sua vice, segunda colocada no Miss Beleza Internacional, foi coroada oficialmente Miss Brasil 1961 em um programa de televisão.

 

               Espero que hoje, ao rever as revistas daquele inesquecível 1961, Staël Abelha, ao lado de algum neto curioso, possa dizer:  - Eu fui Miss Brasil, mas troquei meu reino por amor, não me arrependi e sou feliz, muito feliz. Que assim seja, Staël Maria da Rocha Abelha, a quem dedico esta SESSÃO NOSTALGIA da  última semana de abril de 2011.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Carne de Boi

 

 

 

A Polícia Federal com a “Operação Carne Fraca”, levou-me ao pensamento no tempo de rapaz: Acusaram a carne de boi de alterar o comportamento sexual dos homens. Medo total, polícia, acusações pífias. Finalizando com a marchinha de carnaval:

 “Olha o boi da cara preta, olha o boi da cara preta – Coitado do Valdemar, Está dando o que falar – Comeu carne de boi – Falou fino – E, deu para se rebolar – Ah que azar!”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enilda em São Paulo

 

Pra quê?

 

 

 

Ofereço-lhe uma música.

 Você é linda!

Pode?

Beiçolou?

Veja a cara de felicidade!!!

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

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Read 2002 times Last modified on Terça, 28 Março 2017 00:26

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